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PF acaba com quadrilha que lavava dinheiro usando criptomoedas

PF acaba com quadrilha que lavava dinheiro usando criptomoedas

BeincryptoBeincrypto2025/03/28 11:33
Por:Beincrypto

Na manhã de hoje (27), a PF deflagrou a Operação Libertatis 2. A ação visou desmantelar uma organização criminosa armada e transnacional. O grupo, que usava criptomoedas para lavar parte do dinheiro, atuava no comércio ilegal de cigarros por meio do domínio de regiões e imposição de violência.

Operação da Polícia Federal cumpriu mandados de prisão e medidas cautelares. Os agentes apreenderam bens avaliados em R$ 350 milhões.

PF desmantela rede criminosa

A operação contou com o apoio da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e envolveu o cumprimento de diversos mandados judiciais, incluindo 21 de prisão preventiva, 26 de busca e apreensão e 12 de medida cautelar.

A ação também contemplou a suspensão das funções de um policial rodoviário federal. As autoridades emitiram ordens de bloqueio, sequestro e apreensão de bens, totalizando aproximadamente R$ 350 milhões.

A Polícia Federal do Rio de Janeiro afirmou, em entrevista ao BeInCrypto, que as criptomoedas eram usadas para lavagem de dinheiro. Além disso, entre os valor apreendido na operação há um valor em cripto , mas a polícia não informou o montante.

PF acaba com quadrilha que lavava dinheiro usando criptomoedas image 0 Além das criptomoedas, os agentes apreenderam carros, dinheiro e outros itens | Foto: Polícia Federal/gov.br

Detalhes da operação e fim da organização criminosa

A investigação teve início em fevereiro de 2023, após a descoberta de três fábricas clandestinas de cigarros falsos. Durante as investigações, os agentes identificaram situações em que trabalhadores paraguaios eram submetidos a condições análogas à escravidão.

O grupo criminoso atuava falsificando cigarros, utilizando trabalho forçado e aplicando métodos de coerção para obrigar comerciantes a adquirir e revender os produtos. Além disso, foram identificadas células internas, com envolvimento de membros de diferentes corporações, como policiais militares, bombeiros e um policial federal, que colaboravam com a organização.

Outro núcleo era responsável pelo fornecimento de insumos e mão de obra, além de coordenar o transporte da mercadoria, com a participação de um policial rodoviário federal.

A investigação revelou que a organização lavava os lucros obtidos com as atividades ilegais e os enviava de forma irregular para o exterior. A operação demonstrou que o modus operandi da organização, baseado no domínio territorial e na imposição de violência, se assemelha a práticas de grupos envolvidos com a exploração de jogos ilegais em outras regiões do país.

Durante as diligências, os agentes apreenderam valores e objetos que comprovaram a movimentação financeira e os bens utilizados pelo grupo. Entre eles estavam: imóveis, veículos, cripto , dinheiro em espécie e valores depositados em contas bancárias. Em um dos casos, os agentes apreenderam R$ 48 mil na residência de um dos investigados, em Duque de Caxias/RJ.

A ação contou com a colaboração de órgãos como o Ministério Público Federal, o Comitê de Inteligência Financeira e Recuperação de Ativos (CIFRA), que integra a SEPOL/PCERJ, e a Secretaria Nacional de Segurança Pública (SENASP/MJSP), com apoio da Receita Federal.

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